terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Livros Incompletos

Comecei o ano atrasando leituras e para dá uma agilizada no processo eis que colocarei aqui a listinha de meus livros incompletos. ;*


domingo, 22 de janeiro de 2012

Henri de Toulouse-Lautrec e o Moulin Rouge de Pierre La Mure


Esse post foi inicialmente colocado no blog Páginas Vermelhas, que também é meu apesar de lá eu escrever com um pseudônimo, então, como eu não venho postando muito no Páginas Vermelhas e achando interessante para esse blog colocar a informação 'de lá pra cá' sobre esse livro maravilhoso! Sejam bem vindos ao Moulin Rouge!

Confesso que há uns dois anos atrás eu não fazia a mínima ideia de quem fosse. Claro que eu já tinha algum conhecimento do pós-impressionismo, porém, nunca havia tido contato com nenhum material que pudesse me transportar para o final do século XIX e início do século XX. Em um belo dia, visitando um sebo da cidade, me deparei com uma raridade sem limites o livro: Moulin Rouge, a princípio eu pensei que fosse encontrar toda aquela fantasia, amor e uma mocinha que morre no final como acontece no filme e ousei levar para casa, porém, a diversão foi absolutamente surpreendente. Esquecendo todo o glamour que permeia nessas telas hoje em dia você vivencia o submundo dos vícios, pobreza e prostituição que circundavam aquela época onde um novo ritmo de dança estava começando a surgir o famoso: Cancan. A obra artística de Toulouse é basicamente a busca pelos movimentos e, através da dança e bailarinas que tanto o fascinava, transportava cores e posições inusitadas para suas telas e cartazes conseguindo chocar a população francesa da época, mas, ao mesmo tempo, abrindo espaço para uma intensa divulgação do Cancan conseguindo, inclusive, projetar determinadas dançarinas ao estrelato dos teatros. Com toda essa alegria que o rodeava havia também a tristeza com a qual sua vida foi envolta, pois, devido a uma distrofia nos membros inferiores seus relacionamentos não foram bem sucedidos, já que, sua baixa estatura provocava aversão nas mulheres, esse paradoxo também é abordado no livro, o que nos faz refletir que inclusive nos grandes artistas consagrados hoje, o preconceito existia no passado. Sua obra a princípio foi considerada vil e repudiada, porém, como começou a elevar o Cancan vários grupos da alta sociedade que cultuavam a arte na época passaram a requisitar sua presença em rodas o que, talvez, levou a Toulouse adotar um estilo excêntrico ao se vestir que, de certo modo, compunha todo o seu vazio e a perseguição pelo material e fútil que existia em sua época.

(As imagens são diferentes por causa da incompatibilidade em redefinir o tamanho)

Toulouse-Lautrec. Le Lit.

Henri de Toulouse-Lautrec possuía descendência nobre e seu pai ansiava que ele tivesse sido um cavalheiro que fosse a sua semelhança, porém, com a distrofia nos membros inferiores, o rumo desse jovem foi modificado, pois, com isso, passou a dedicar maior parte do seu tempo a arte.

Toulouse-Lautrec. Na Cama - Um Beijo.

Toulouse-Lautrec. La Toilette, 1896.

O livro foi escrito por Pierre La Mure que, por sinal, retrata de forma exímia as características e emoções presentes na vida desse artista que foi rodeado por outros ilustres nomes como Van Gogh e Oscar Wilde.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Quem Dera...


Essa vontade de escrever que não se estende

Repelida por essa dor pungente

Quem dera poder sonhar...

Quem dera poder ser feliz...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Carece Vida

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Carece na vida
Sensação
Carece no beijo
Devoção

Carece a maestria
Nos problemas diários
Para driblar as mágoas
Esquecendo os itinerários
Dessa passagem
Dessa breve passagem
Que chamam existência

Nela
Carece a alma
Carece também a calma
Que carece na vida
Carece vida

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Prece à lua.


Serena lua
Que se faz tão menina,
Que age tão materna
Leva, por favor, consigo
Toda essa emoção
Depositada em minha prece
Depositada em meu coração
Para que minha alma se torne leve
Esquecendo contos anteriores
Repousando suavemente
Dentro desse corpo que te pede

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Salvador Dalí

Confesso que eu tenho uma queda pelos pós-impressionistas, mas que de uns tempos para cá Salvador Dalí tem me cativado, talvez, por essa loucura que anda permeando os meus dias e um olhar mais lúdico e talvez lunático esteja me transportando - proporcionando - tornando - entre outras coisas... Uma magnífica - deliciosa - surpreendente -... Viagem ao meu autoconhecimento, ao conhecimento das formas e do mundo. Sintam-se envoltos-controlados-engolidos pelo surrealismo. Beijos.






terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Chapeuzinho Vermelho

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Vídeo da estória da Chapeuzinho Vermelho narrada por mim ;)